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Turismo no Butão

o Butão e sua religião caminham juntos. Como resultado a serenidade e devoção do povo é somada a sua herança de tal forma que este se torna o destino perfeito aos que buscam a paz de espírito no país do Ministério da felicidade.

Melhor época para visitar

Butão – O país mais feliz do mundo

O Butão se localiza no sul da Ásia, no extremo leste dos Himalaias - entre os gigantes China e Índia, mas abriu suas fronteiras aos estrangeiros em 1974, depois de séculos de isolamento e de muitas discussões sobre possível impacto sociocultural. Do mesmo modo, o povo butanês é protetor de sua cultura e o acesso dos turistas é regulado pelo governo, afim de evitar que o número de estrangeiros seja maior do que o país pode abrigar.

Há muito o que ver no Butão. Assim como a paisagem varia de planícies subtropicais às alturas subalpinas no norte das Himalaias, a arquitetura é também uma das maiores atrações do país. Como resultado os prédios e casas de madeira e taipa, com telhados pintados à mão são uma particularidade local. Aliás, em muitas construções, desenhos de pênis enfeitam as paredes caiadas, em homenagem ao guru Drukpa Kuenley, deus da fertilidade.

Em 2008, o Butão fez a transição da monarquia absoluta para a monarquia constitucional e realizou a sua primeira eleição geral. Desse modo, tornou-se membro da Organização das Nações Unidas e da Associação Sul-Asiática para a Cooperação Regional.


Pontos turísticos

Thimphu

Capital do Butão, Thimphu é o centro político e econômico do país. Foi criada em 1955 e hoje é uma cidade movimentada, localizada às margens do Thimpu Chuu, nas colinas do vale Thimphu. Sobretudo é a residência oficinal da família real butanesa e abriga atrativos únicos, bem como o National Memorial Chorten – construído em prol da paz mundial – e o Kuensel Phodrang – conhecido como Buda Point, por possuir a maior estátua de Buda do país.

O que fazer em Thimpu

  • Caminhar pelo centro da cidade é um passeio simples, mas que leva o viajante a entender mais a cultura local. Assim como as ruas movimentadas, o guarda parece orquestrar o trânsito, que somado à arquitetura local tornam o cenário único.
  • Visita ao Palácio Dechencholing: já foi utilizado como residência real, mas hoje a Assembleia Nacional do país.
  • Memorial Chorten: construído em memória ao rei Jigme Dorji Wangchuk, considerado o pai do Butão moderno. Em seu interior o visitante encontra pinturas e estátuas que mostram uma visão profunda da filosofia budista.

Paro

Considerado um dos mais bonitos vales de todo o país, Paro foi historicamente o centro de importantes rotas de comércio ao Tibete e abriga o único aeroporto internacional do país, assim como alguns dos mosteiros e templos mais requintados do Butão, com uma rica arquitetura tradicional.

O que fazer em Paro

  • Taktshang Lhakhang (Ninho do Tigre): um dos mosteiros mais famosos do Butão. É construído na encosta de uma falésia a 900 metros acima do vale de Paro e local de meditação do Guru Rinpoche. Como resultado, se tornou um local sagrado na religião budista, visitado pelos butaneses ao menos uma vez na vida.
  • Farm houses: Paro é composta pela beleza das casas de fazenda, que são tradicionalmente coloridas e ornamentadas. Durante uma visita o turista é recepcionado pelo próprio fazendeiro, com o intuito de mostrar um pouco mais de sua cultura local.
  • Ta Dzong: foi construída no século XVII para proteger o mosteiro Rinpung Dozng das guerras entre vales, mas abriga um museu nacional com relíquias, selos postais e pinturas religiosas.

Bumthang

A individualidade de Bumthang a destaca dos outros destinos. Além disso, é o distrito com maior número de templos e locais sagrados tradicionais do Butão, o que torna a região profundamente espiritual e envolta a muitas lendas religiosas.

Embora todo o distrito seja conhecido como o vale Buthamng, este é composto pelos quatro vales montanhosos de Ura, Chumey, Tang e Choekhor.

O que fazer em Bumthang

  • Kurje Lhakhang: a junção de três templos – o primeiro, construído em 1652 no local em que Guru Rinpoche meditava no século VIII. O segundo, construído em uma caverna onde uma rocha possui a marca do corpo de Guru (portanto, o mais sagrado) e o terceiro, construído na década de 1990 pela Rainha Mãe. Ademais, O conjunto de templos é todo cercado por uma parede de 108 chortens (pequenos templos sem portas ou janelas).
  • Buli Lhakhang: complexo de três templos, onde o primeiro andar tem pilares e pinturas que remontam sua construção. O segundo e o terceiro foram reformados no século XX e possuem as estátuas de Buda e as deidades da longevidade.
  • Centro de tecelagem Dorjibi: uma cooperativa de mulheres formada para desenvolver a cultura de tecelagem da região, e gerar renda extra às famílias locais. Como resultado são produzidos em Dorjibi tecidos requintados em vestes tradicionais.

Punakha

Antiga capital do Butão (até 1955) é ainda a sede de inverno do Je Khenpo (Chief Abbot). Abençoada com um clima temperado e alimentada pelos rios Pho Chu e Mo Chu, por consequência é o vale mais fértil do Butão.

O que fazer em Punakha

  • Ponte suspensa Punakha: construída sobre o rio Pho Chu, possui cerca de 160 metros. Ornamentada com as bandeiras de oração, tem a vista para o vale das montanhas e do rio.
  • Chimi Lhakhang: conhecido como o templo da fertilidade, muitos casais que desejam ter filhos fazem sua oração neste templo. Para chegar à construção é preciso fazer uma caminhada de 30 minutos pelos campos de arroz até o pequeno povoado de Pana.
  • Convento de Sangchhen Dorji Lhuendrup Lhakhang: localizado em uma cordilheira com pinheiros e vista para o vale. Abriga estátuas de personagens importantes na religião budista criada pelos artistas locais. Além disso, abriga um centro de aprendizado para freiras que além dos ensinamentos religiosos oferece conhecimento nas áreas de alfaiataria, bordado e artes plásticas. 


Melhor época para ir ao Butão

O país pode ser visitado em qualquer época do ano, mas o clima fica bastante agradável de outubro até maio. Aliás, nesta época pode-se aproveitar os festivais de máscaras e dança (outubro) e as comemorações pelo Dia Nacional (17 de dezembro). 

O clima no Butão é imprevisível e varia drasticamente. Isto é: clima tropical ao sul, temperado na parte central e frio no norte do país. Entre novembro e meados de fevereiro é o período de maiores nevascas nas regiões mais altas do país, por isso, recomendamos evitar fazer "trekking" pelo Himalaia nesta época, pois muitas trilhas são bloqueadas pela neve.

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